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Ed. 445 de 16 de janeiro
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11/02/2016 às 10:00
APN e prefeitura se contradizem sobre recursos pagos e andamento da obra do Mega Rocio

A empresa diz ter até dezembro de 2016 para entregar a obra, uma das mais demoradas da cidade.

Na semana passada o JB trouxe, mais uma vez, a delicada situação da obra do Centro de Eventos do Complexo Turístico do Santuário Estadual de Nossa Senhora do Rocio, conhecido por Mega Rocio, que está paralisada desde dezembro do ano passado e sendo ocupada por moradores de rua e usuários de droga no bairro do Rocio em Paranaguá. 

Procuradas pela reportagem, prefeitura e a empresa APN Engenharia Ltda deram versões contraditórias no que diz respeito aos valores que já foram pagos e na porcentagem de construção do Mega Rocio.

De acordo com a APN, a empresa já faturou 30% do valor do contrato de R$ 3,2 milhões, sendo R$ 1,9 milhão do Governo Federal e o restante da prefeitura, cerca de R$ 960 mil. Da mesma forma, a empreiteira alega que a obra está 30% executada. Segundo a APN, falta serem executados os serviços de cobertura, esquadrias e acabamento elétrico e hidráulico. Questionada sobre a paralisação em dezembro, a empresa disse que “existe incompatibilidade de projetos e devido ao atraso da obra será necessária aplicação de reajustes monetários conforme legislação vigente”. Ou seja, existe a possiblidade de novos aditivos que aumentarão o custo da atividade, que já dura mais de quatro anos. Quanto à entrega, a empresa informa que “conforme aditivos de prazos assinados com a administração pública, o prazo contratual vai até dezembro de 2016”.

Prefeitura diz que foram pagos mais de R$ 1,5 milhão

A prefeitura, por sua vez, através da Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão (Semplog) traz uma versão diferente dos fatos apresentados pela empreiteira e destaca que a empresa já recebeu aproximadamente R$ 1,5 milhão referente à execução de parte da obra que já foi feita. Diz ainda que a atual porcentagem da obra é de 51.39% e não de apenas 30% como afirmou a APN Engenharia.

Sobre a paralisação, a Semplog diz que a obra parou no mês de janeiro por dúvidas referentes ao projeto, porém já foi retomada. Algo que também não é verdade, pois não existe nenhuma atividade desde o início de dezembro de 2015.

Equipes da Semplog e da Secretaria Municipal de Obras Públicas (Semop) informaram que faltam acabamentos, esquadrias, sanitários e o piso. O prazo para o término do complexo também não é o mesmo informado pela empreiteira. Segundo a prefeitura, a obra será entregue em junho deste ano, enquanto que a APN disse que será em dezembro, uma diferença de seis meses de prazo.

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