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Ed. 467 de 19 de junho
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31/10/2016 às 23:49
Vontade de Deus e o livre arbítrio das pessoas!

Desde a vitória de Marcelo Roque nas urnas no dia 02 tenho ouvido políticos encherem a boca e dizer que se fez a vontade de Deus, o que não deixam de ter razão, vendo a coisa de forma bíblica. Afinal, tudo em nossa vida é fruto da vontade Dele. Mas nem por isso temos que culpá-lo por tudo, já que Deus, em sua infinita sabedoria, nos deu o livre arbítrio para que possamos decidir o que entendemos ser melhor para nós mesmos. O que nem sempre nos leva ao melhor caminho, aos olhos do Senhor.

Não foi vontade de Deus o holocausto e, mesmo assim, ele aconteceu. Pois há decisões em que Ele permite que seja feita a nossa vontade, para que possamos refletir se fizemos ou não a coisa certa. E Deus depois nos dá o tempo como o senhor da razão.  

Neste caso, podemos dizer que não partiu da vontade divina, o fato de André Pioli, sendo ele jornalista, um profissional preparado para o confronto, não comparecer aos debates durante a campanha. Foi uma péssima estratégia decidida pela coordenação de sua campanha, que resultou em forte impacto negativo no eleitorado.

Como também não foi da vontade de Deus o enorme prejuízo causado para Alceuzinho Maron, quando cabos eleitorais decidiram investir numa campanha agressiva e de ofensas nas redes sociais.

Da mesma forma não foi por vontade de Deus o fato que, diante da constante vantagem mais de 30% de Pioli sobre Marcelo na maior parte da campanha, o uso da bala de prata municiada pelo grupo político do ex-prefeito José Baka Filho, em forma da campanha do voto útil para Marcelo Roque e Alceuzinho Maron na semana que antecedeu a votação. O que ajudou Marcelo ultrapassar a vantagem de Pioli que fechou em quase 35%.

Assim, temos que respeitar a vontade de Deus e também o livre arbítrio das pessoas. As urnas trouxeram euforia para 44% dos vitoriosos eleitores, mas seus efeitos também serão sentidos pela maioria formada por 56% dos demais eleitores parnanguaras.

Entretanto, serão os próximos quatro anos que nos dirão se fizeram ou não a escolha certa para toda a cidade de Paranaguá.

O JB se manteve neutro na campanha com o único objetivo de não influenciar na decisão das pessoas, porque todas elas tiveram o livre arbítrio para refletir e teclar, sempre, é claro, diante da sagrada vontade de Deus.

Assim sendo desejamos ao prefeito Marcelo uma gestão pautada pelo sucesso e por bons resultados para toda população nos próximos quatro anos.             

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